sábado, 9 de janeiro de 2016

Esporte valorizado durante primeiro ano de gestão de Flávio Dino


O ano de 2015 representou um marco para o esporte maranhense, que contou com apoio, por parte do Governo do Estado, a atletas de alto rendimento e iniciativas municipais, educacionais e comunitárias, além da ampla promoção de acesso a esporte, feita por meio de investimentos em infraestrutura e logística.

Por meio do esporte, o governo Flávio Dino estimulou a integração entre municípios maranhenses e comunidades, gerando oportunidades e inclusão social.

Entre os benefícios esportivos, o destaque foram os Jogos Escolares Maranhenses (JEMs). Em 2015, foi realizada a maior edição da história da competição, com 55 mil alunos envolvidos, 1.500 escolas e 96 municípios, superando em 50% a edição de 2014.

Para apoiar os jogos, o Governo do Estado preparou o Parque da Vila Palmeira e o Centro Social de Servidores do Maranhão (Ipem) para funcionarem como alojamento e concentração dos atletas participantes, permitindo a troca de experiência entre estudantes.

O Governo do Estado disponibilizou veículos para auxiliar no transporte com mais conforto e segurança aos atletas e garantiu estrutura completa de alimentação, acompanhada por nutricionistas e fornecida pelo Governo às delegações do interior.

Outro ponto positivo foi a Clínica de Fisioterapia criada para garantir o bom condicionamento físico dos atletas dos JEMs. Foi estruturado com equipamentos modernos e especialistas, visando oferecer o suporte necessário aos alunos. Os atendimentos realizados somaram cerca de 2 mil registros.

A programação Cultural do JEMs foi vasta e realizada em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura (Secma). O “Agita JEMs” contou com passeios, apresentações culturais, atividades educacionais e de lazer, que levou mais lazer e cultura aos atletas no período em que não estavam nas competições.

Conjuntamente, uma das melhores políticas públicas já articuladas pelo Estado do Maranhão foi o projeto dos Jogos Paralímpicos Escolares Maranhenses 2015 (ParaJEMs), que contou com a participação de 84 alunos/atletas, de nove escolas dos municípios de Pinheiro, Carolina, Matinha, Codó, Aldeias Altas, Presidente Dutra e São Luís. O projeto estimulou a participação dos estudantes com deficiência física, visual e intelectual em atividades esportivas de todas as escolas do Maranhão.

“Em 2016, o objetivo é superar todas as metas que alcançamos no ano passado. O compromisso da gestão do governo Flávio Dino com o esporte e lazer já mostra resultados, pois analisamos que os JEMs estão crescendo em quantidade e em qualidade. Para a próxima edição, estamos trabalhando intensamente para melhoria de todos os segmentos. Nosso próximo passo é aumentar a adesão dos municípios e incentivar a participação ativa dos nossos atletas, que são as estrelas dos jogos”, afirmou o secretário de Estado de Esporte e Lazer, Márcio Jardim.

Mais Investimentos
O Governo tem avançado na melhoria e ampliação dos equipamentos esportivos na região Tocantina do Estado. Os estádios nas cidades de Imperatriz e João Lisboa, respectivamente, já tiveram reforma iniciada com investimentos de R$1,3 milhão.


Mais de R$14 milhões foram captados para investimentos em 32 projetos com a Lei de Incentivo ao Esporte e outros 69 já foram certificados. A iniciativa vai beneficiar 56 mil maranhenses.

Governo do Maranhão

180 prefeituras do Maranhão descumprem a LRF e a LAI! Araioses está na lista


Resultados apontaram que apenas 17,05% do total, cumprem os requisitos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal.

A Controladoria-Geral da União (CGU) juntamente com Tribunal de Contas (TCE) e do Ministério Público do Estado (MPE) avaliaram os portais da transparência e do acesso à informação nas 217 cidades do Maranhão aplicando a Escala Brasil Transparente (EBT). A divulgação dos resultados foi feita na manhã desta quinta-feira (07), na sede do MPE.

Segundo o relatório , os levantamentos foram realizados nos meses de outubro a dezembro de 2015 e consistiram em duas etapas: consultas aos portais da transparência e envio de pedidos de acesso à informação aos e-SIC’s, respectivamente.

Os resultados apontaram que apenas 37 municípios, ou 17,05% do total, cumprem os requisitos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal e alimentam os seus portais da transparência na forma da legislação vigente. Por seu turno, não cumprem a lei da transparência 180 municípios, o que totaliza 82,95% do total do Estado do Maranhão.

Em relação à existência de sítios eletrônicos, 150 cidades possuem sítios, o que totaliza 69,12%. E deste total 135, ou 62,21%, apresentam sítios no formato ‘www.município.ma.gov.br’ que dentre outras vantagens, facilita a busca e localização na internet.

Na contramão da transparência, não possuem qualquer sítio 67 cidades, o que totaliza 30,88%. Ao não possuir um endereço eletrônico, a gestão municipal afasta-se do cumprimento do princípio da transparência pública e a possibilidade de implantação do portal da transparência fica mais remota.

Os levantamentos realizados para testar a transparência passiva, revelaram que apenas 3 cidades do Estado do Maranhão – São Luís, São José do Rio Preto e Grajaú- regulamentaram o direito de acesso à informação, o que chega apenas a 1,38% dos municípios.

Conforme afirmaram os órgãos fiscalizadores, a falta de alimentação dos portais da transparência pode gerar proibição aos municípios de receber transferências voluntárias e legais estaduais e federais, e ao gestor público a uma multa de 30% sobre o valor seus vencimentos anuais.


E a falta de regulamentação do acesso à informação em âmbito municipal e a inexistência de Serviços de Informação ao Cidadão presenciais ou eletrônicos (SIC’s e e-SIC’s) constitui crime de responsabilidade do agente público, conforme o Art. 1º do Decreto-Lei 201/1967.
Portal
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Antonio Amaral

Compra e venda de votos em 2016: o fenômeno se repetirá?


Ano eleitoral se aproximando, em 2016 teremos eleições para os cargos de prefeito e vereador, e já se ouve falar que a agiotagem está preparada para liberar dinheiro na campanha. O famigerado caixa dois.

Ou melhor, muita gente já está levantando recursos desde já para práticas assistencialistas nos rincões do Maranhão. Se sabe mesmo que o dinheiro é gasto às vésperas da eleição para a compra de votos.

Políticos “experientes” afirmam que se o eleitor recebe o dinheiro antecipadamente acaba “esquecendo” do compromisso na hora de votar. Por isso, normalmente liberam a bufunfa no dia anterior à eleição.

Existe saída para coibir isso?

A compra e venda de votos sempre foi a grande desgraça da democracia (com “d” minúsculo mesmo) brasileira. É na campanha eleitoral que são definidos os destinos de milhares de munícipes.

Uma saída seria a preparação de fiscais populares de gastos de campanha. A Lei da Ficha Limpa prevê mecanismos que coibem a utilização de caixa dois por abuso de poder econômico.

Desse modo, como já existem mecanismos formais de transparência nas campanhas políticas, a população observaria facilmente onde ocorre o abuso e formularia uma representação com vistas a inelegibilidade do candidato.

A ideia consiste em instrumentalizar o cidadão para que ela possa constatar, registrar e denunciar desvios de conduta dos candidatos.


É desafiador, mas temos que topar essa parada!

Jonh Cutrim

Confira 7 Dicas para aproveitar melhor sua nota do Enem 2015

Psicóloga e orientadora profissional, Anna Kelly Frota, dá dicas de como aproveitar a nota do Enem
Psicóloga e orientadora profissional, Anna Kelly Frota, dá dicas de como aproveitar a nota do Enem

A partir de hoje (08), mais de 7 milhões de brasileiros terão um grande desafio nos próximos dias: a escolhado curso superior. Desse universo de candidatos, têm aqueles cujas decisões estão bem definidas e não restam dúvidas; outros estão indefinidos, ou seja, possuem uma dúvida ou outra; e existe uma parcela que não faz a menor ideia do que fazer com a nota alcançada no Enem.

Segundo a psicóloga e orientadora profissional da Profissio Escolhas e Carreiras, Anna Kelly Frota, existe uma parcela de vestibulandos que ainda não parou para pensar na sua escolha ou só vai fazer essa reflexão quando estiver dentro da faculdade e não gostar do curso; outros que acabam escolhendo o curso por influência dos amigos, dos pais ou porque pesquisaram sobre determinada profissão e vislumbraram como algo possível; e a parcela que não sabe por onde começar e o que avaliar. A psicóloga alerta para a necessidade de estar consciente das decisões que serão tomadas nos próximos dias.
“Esse momento da escolha é um período delicado, pois os jovens estão encerrando uma fase da vida para darem início a outra, então tem muita coisa em jogo. É importante que o jovem tenha um certo tempo e tranquilidade para amadurecer as suas escolhas e analisar todas as variáveis envolvidas. Daí a necessidade do autoconhecimento, da informação profissional e da projeção de futuro, para que o vestibulando possa tomar a melhor decisão possível, dentro do seu contexto atual”, esclarece Anna Kelly Frota.

Com os resultados do ENEM 2015 na mão, o foco agora é o acesso ao SISU (Sistema de Seleção Unificada) e a escolha do curso e da instituição de ensino. Desta forma, vejam 07 DICAS que podem ajudar você, candidato, a fazer a melhor escolha para o seu momento atual.

1)Como escolher seu curso –Alguns candidatos já sabem o que escolherão, outros têm algumas dúvidas, e existem ainda os que não fazem a menor ideia. Com tão pouco tempo, a opção disponível para este último grupo é o mergulho na informação profissional. O candidato pode buscar guias de profissões, vídeos e depoimentos na internet; conversar com profissionais da área de interesse; pesquisar salários, avaliar o mercado de emprego agora e as perspectivas futuras, ou seja, para quando ele estiver concluindo a graduação.Neste caso, o foco é alinhar o máximo de informações possíveis avaliando o seu grau de afinidade com cada uma delas. Caso precise de ajuda, busque um orientador profissional. Na época do Sisu, alguns serviços funcionam em formato de plantão para auxiliar neste momento.Vale ressaltar que, o processo de orientação profissional [para chegar na escolha do curso e carreira seguida] não envolve apenas a informação profissional, mas uma série de outras questões.

2)Não esqueça da instituição! – A escolha da universidade é uma decisão que merece ser avaliada o quanto antes, afinal você passará anos em uma nova “casa”. Como escolher com fundamento? Busque os rankings mais atuais e compare as notas obtidas pelas IES (Instituição de Ensino Superior). Visite o site da instituição e busque depoimentos na internet sobre os benefícios ou não, de estudar lá. Amadureça uma ordem de prioridades para a sua 1ª e 2ª opção. Converse com os responsáveis sobre a possibilidade de morar fora, caso a aprovação seja para outra cidade. O Ministério da Educação (MEC) já disponibilizou online no site do Sisu a relação de todos os cursos e instituições para que os candidatos possam fazer suas buscas antecipadas.

3)Entenda o funcionamento do SISU. Acesse a página do SISU (http://sisu.mec.gov.br/) para avaliar a lista das vagas e grave logo este endereço já que ele será seu companheiro inseparável nos próximos dias. Aproveite para explorar a página, ler edital, as perguntas e as respostas disponíveis no link de dúvidas. Compreender o mecanismo das listas de espera é importante para o candidato. Entender também como funciona o SISU é essencial para os próximos tópicos.

4) Eleja suas possibilidades:ficar ou ir embora? – Ao acessar o SISU, o candidato terá várias possibilidades: de curso, de instituição, de outros cursos, de duas instituições na mesma cidade, etc. No caso de São Luís, o jovem tem duas opções: a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) ou Instituto Federal do Maranhão (IFMA). Sendo assim, o candidato precisa listar suas preferências, avaliar contextos e definir a questão de continuar morando em sua cidade ou não.Elencar as prioridades é fundamental, principalmente para quem estiver em dúvida entre dois cursos.

5) Estabeleça estratégias – Como o Sisu tem 1º e 2º chamada, 1º e 2º opção de curso, Lista de Espera, o candidato precisa sim ter algumas estratégias. Por exemplo: o candidato chamado na 1º opção não precisa participar da Lista de Espera, nem há necessidade de participar da 2º chamada. Já o candidato que alcançou uma nota, relativamente baixa para a graduação desejada (mas que por razões financeiras não pode ficar mais um ano no cursinho), pode optar por um curso que possibilite posteriormente, a transferência internapara a graduação de interesse inicial.Portanto, compreender o funcionamento do SISU, ajuda o candidato a traçar suas estratégias. O vestibulando pode buscar orientadores profissionais ou professores de sua confiança para dialogar sobre o assunto e montara estratégia que será adotada.

6) Busque apoio da família e de profissionais–Nesse momento de decisões importantes e, em muito casos, definitivas, é comum que o vestibulando fique angustiado. Afinal, ele é quem vai viver todas as consequências da escolha feita. Por isso, é essencial que ele busque o apoio das pessoas que ele confia. Se na família a pressão está muito grande, ele pode buscar o apoio externo em professores, que se tornam referência e amigos nesse processo. O orientador profissional também é um ator importante para conversar e auxiliar os vestibulandos

7) Estou muito confuso(a) e pensando se este é o melhor momento – O SISU acontece duas vezes ao ano. Os candidatos que fizeram o Enem 2015, podem concorrer tanto as vagas doSISU do 1º semestre, quanto as do 2º semestre (menos concorridas, mas não significa dizer que são mais fáceis). Porém, se o vestibulando está muito confuso e não tem certeza sobre o curso, é aconselhável que ele espere e estude um pouco mais para entrar faculdade. O ideal é que ele esteja consciente da sua decisão e de que estará fazendo o melhor para o seu momento atual.

Estar em dúvida e mesmo assim optar por um curso com a mentalidade de que pode abandonar no futuro, caso não se identifique, gera ônus tanto para o Estado, quanto para o candidato. Hoje, a evasão é um dos maiores problemas do ensino superior brasileiro, uma vez que tira a possibilidade de outro candidato estudar, além de gerar prejuízos financeiros para as instituições. Portanto, evitá-la também é uma responsabilidade social do vestibulando.

Clodoaldo Correa